Hoje começo meu post com um pensamento de Mario Quintana:
"A coisa começou desde os já remotos da invenção do telégrafo. Depois o TSF, o rádio, a Tv, etc. E o Tempo, atônito, engulindo o Espaço. E esse vasto mundo diminuindo, diminuindo, diminuindo... até se vir esconder covardemente dentro do nosso quarto."
Não temos tempo, não temos tempo para nada, como falei em meu post de quinta, o tempo está cada vez mais valioso, mais escasso, e as pessoas esquecem de si e das outras. Onde se encontra nosso hábito de sair para um café com os amigos no final da tarde? Será que se escondeu em tempos tão remotos? Hoje nos prendemos, nos reservamos, acabamos no quarto, a saudade parece apertar mais, ela aperta e nós deixamo-a crescer, não cortamos o mal pela raiz.
O tempo corre e nós ficamos para trás junto com todo mundo, com nosso egoísmo, nossa comodidade, com a nossa morbidade! Ora o que é isso?! Mexemo-nos, não podemos ficar assim! Voltemos ao café, passemos uma tarde de prosa, estas pequenas sutilezas andam faltando pelo mundo, não digo-vos de vulgaridades, algum dia alguém disse-me:"Hoje te amo virou bom dia!", e é mesmo, não falo dessas coisas, mas de outras que vêm de dentro e nos torna pessoas mais felizes.
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