Durante esta semana andei pensando no tempo. Pois é, o tempo, algo tão abstrato e tão importante para nossas vidas. O tempo, será que ele existe? Ou será apenas mais uma convenção da civilização? O tempo foge-nos do controle e se esquecermos dele, ele se zanga e passa por nós sem que percebamos, mas se o pressionamos querendo que passe, ele não passa.
Quanto tempo o tempo tem? Será que ele sempre existiu? Somos tão escravos dele, quanto mais o tempo passa, mais valioso ele se torna, como se fosse uma ditadura, onde não se tem grupos revolucionários e nem temos noção de direitos, pois ele nos cega. O tempo parece ser ambíguo, não sabe o que quer, às vezes nos mostra o caminho e nos orienta, às vezes, nos torna suas presas e quando vemos, estamos lá, debaixo da terra, com plena consciência de que não aproveitamos bem nosso tempo.
Como bem descreveu Rubem Alves, as vezes me sinto tão tolo quanto o coelho de Alice, que esbaforido saí a exclamar: "Estou atrasado, estou atrasado...", pois o tempo é cruel, ele não te perdoa, te deixa para trás sem a mínima dó, e o relógio se manifesta a dizer-nos "Tempus fugit", corre!, o tempo passa, agora ele está passando, tome cuidado leitor, não o perca, ele não o tem piedade, segure-o, mas não com muita força, se não ele não passa e o carnaval não chega.
E dessa forma voltamos ao coelho e descobrimos que nós somos como ele, um coelho a gritar, que teme o tempo, e que dessa forma se faz precioso, ele nos impõe seu valor e o que nos resta é obedecê-lo.
Agora, caro leitor, vá, se resguarde, se organize, pois o tempo nos torna ricos!
Como bem descreveu Rubem Alves, as vezes me sinto tão tolo quanto o coelho de Alice, que esbaforido saí a exclamar: "Estou atrasado, estou atrasado...", pois o tempo é cruel, ele não te perdoa, te deixa para trás sem a mínima dó, e o relógio se manifesta a dizer-nos "Tempus fugit", corre!, o tempo passa, agora ele está passando, tome cuidado leitor, não o perca, ele não o tem piedade, segure-o, mas não com muita força, se não ele não passa e o carnaval não chega.
E dessa forma voltamos ao coelho e descobrimos que nós somos como ele, um coelho a gritar, que teme o tempo, e que dessa forma se faz precioso, ele nos impõe seu valor e o que nos resta é obedecê-lo.
Agora, caro leitor, vá, se resguarde, se organize, pois o tempo nos torna ricos!

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