segunda-feira, 28 de março de 2011

Mais R$ 948 milhões para os cofres "públicos".

"[...]Se o preço vai aumentar, isso vai depender da relação entre o consumidor e o fabricante destes produtos. Não vemos como aumento de tributo. [...]", declarou Serpa, da Receita Federal. Traduzindo para a linguagem chã: "Que o povo se exploda pra lá!", é neste ambiente de amor e fraternidade que hoje o consumidor brasileiro interage com seus ditos representantes. Para quem ainda não sabe, o preço citado na fala de Serpa é o preço das bebidas, não apenas alcoólicas, mas refrigerantes, água mineral e isotônicos.
Foi declarado nesta manhã de segunda-feira (28/03), que o preço de referência de cerveijas, refrigerantes, isotônicos e água mineral, terão um aumento de 15%. Mas o que é o preço de referência? Bom, pelo o que eu entendi, é o preço estipulado pelo governo que serve de parâmetro ao preço de mercado. O preço de referência portanto conta com todos os tributos a serem pagos mais o preço de custo do produto. Com o aumento do preço de referência os Cofres Públicos irão arrecadar R$ 948 milhões em dois mil e onze com tal indústria.
Segundo o governo, a inflação sofrida por tais produtos no final de dois mil e nove fora superior ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que foi de 12,3%, logo a Receita Federal declarou que tal reajuste não passa de uma adequação ao preço de mercado, "A medida é um retrato fiel do preço de varejo que eles estão praticando. [...]", diz Serpa.

Agora resta-nos esperar a decisão que irá ser tomada pelas empresas responsáveis por tais produtos.

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