sábado, 26 de março de 2011

Um velho dilema que vai da escrita às telonas. [2]

Mais uma vez o cinema não supera o livro. Prefiro mil vezes o livro, não que o filme (Quincas Berro D'água) não seja bom, é bom, gostei, mas o livro é muito mais emocionante, a imagem imaginada, ao meu ver, dá mais graça do que a imagem pronta. Mas o que mais me fez preferir o livro foram algumas adaptações feitas no filme, que eu achei super desnecessárias, por exemplo, o lado devassa de Vanda, ou então, a divisão do amor de Quincas em duas mulheres, e principalmente, por ser uma divisão preconceituosa e "foge" bem da mulher descrita no livro, ainda mais se olhar o lado da mulher que representa o lado afetivo de Quincas. Alguns cortes também fizeram com que o filme perdesse um pouco a graça.
Entretanto, gostei muito da forma como foram realizadas as cenas nostálgicas, gostei muito mesmo, muito interessante, os produtores do filme foram muito felizaes, a atuação de Paulo José (como Quincas) foi ótima, fez os movimentos perfeitos, foi um ótimo defunto, mas também já era de se esperar, um ator desses não dá vexame.
Pra quem gosta de filmes brasileiros e de comédia, é uma boa pedida, o livro também é uma ótima pedida. Deixarei abaixo o trailer, como de costume.
Postagem que fiz sobre o livro: "Eu não passo de um malandro"

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